COMO EU CONCEITUO MARKETING EMOCIONAL
Como repudio radicalmente toda e qualquer forma de manipulação das emoções de seres humanos por seres humanos, através de poderosos mecanismos psicológicos para venda de produtos ou serviços para quem precisa ou não desses, e como a ciência do MARKETING tornou-se minha menina dos olhos, resolvi assumir minha pretensão e meu livre arbítrio, e a partir daí desenvolver meus próprios conceitos e metodologia de aplicação no contexto do que eu entendo por MARKETING EMOCIONAL. Foi aí que percebi, depois de alguns insights, que era neste campo do MARKETING que eu encontraria todas as oportunidades de poder fazer algo que poderia me gratificar e ajudar aqueles empreendedores que conseguissem colocar seus preconceitos de lado e manter a mente aberta a novas propostas, com todo meu apoio para criticarem ou sugerirem quaisquer mudanças ou alterações.
Portanto, para mim, MARKETING EMOCIONAL é uma ciência baseada
na ética, na legalidade e no respeito humano, que aplica as melhores técnicas e
práticas existentes, para cativar clientes, fazendo de seu negócio uma extensão
de suas casas.
PRODUTOS E SERVIÇOS
Para começar, meus conceitos de produto e serviço são
bastante amplos e abrangem qualquer coisa oferecida ou demandada, seja essa material
ou imaterial, e qualquer proposta, em qualquer nível, a ser aprovada. Por isso
passo a chamar qualquer objetivo a ser alcançado, de COISA, com letras
maiúsculas.
Podem ser COISAS
Um corte de cabelo, um produto, um serviço, um
terreno, um projeto, um livro, uma banda musical, um Projeto de Lei, uma
máquina de lavar, uma nova diretriz de funcionamento do refeitório, um
desportista, uma banda de rock, um candidato a emprego, uma empresa, uma idéia,
uma proposta, um anteprojeto, uma campanha de vacinação, um programa de TV, um
candidato a vereador ou deputado, uma palestra, um brinquedo a ser lançado no
mercado, um filme de curta ou longa metragem, uma peça de teatro, um desfile de
modas, um leiaute de área física, um animal para venda, concurso ou exposição, um
novo produto financeiro, um ator, uma atriz, um seminário, uma campanha de
vendas, um anúncio para TV, um objeto, uma máquina, uma apresentação etc.
CARÊNCIA, TENSÃO, FRUSTRAÇÃO E REALIZAÇÃO
O ser humano movimenta-se desde o princípio dos tempos,
pela CARÊNCIA. Inicialmente, a fome,
o ataque de feras selvagens e o impacto das intempéries sobre o corpo, geraram
naquele ser primitivo a necessidade de se proteger, de atacar, de adaptar ou
construir moradia, de definir tarefas voltadas à sobrevivência, e de produzir ferramentas,
desde as mais primitivas até as mais elaboradas, para ajudá-lo em suas
necessidades básicas.
Alguns milhares de anos depois, com o cérebro mais
desenvolvido, encontramos o ser humano com CARÊNCIAS
mais elaboradas, vivendo numa sociedade que o torna cada vez mais escravo e dependente,
em sua maioria, de valores fúteis tornando-o algumas vezes vil, invejoso, excessivamente
ambicioso e competidor, entre seus iguais, o que facilita bastante a
manipulação pela propaganda.
Ao identificar o objeto de sua CARÊNCIA, o indivíduo se lança ao mercado e cria, ao mesmo tempo,
um modelo idealizado dessa COISA e desenvolve, até que a encontre, algum nível de TENSÃO, definido por uma maior ou menor intensidade de CARÊNCIA, e que se traduz pela
pergunta:
- Será que vou encontrar o que preciso ou desejo ?
Antes de encontrar a COISA idealizada, na visita ao
mercado em mais de uma tentativa, o indivíduo experimenta um sentimento ou
sensação de FRUSTRAÇÃO. Assim que
encontra seu objeto do desejo como o idealizou, cessa toda a TENSÃO (volta a zero) e naquele momento
ele experimenta a sensação de REALIZAÇÃO.
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